Maia prevê acordo para votar ajuda de curto prazo aos estados

Maryanna Oliveira/Câmara dos Deputados
Presidente da Câmara dos Deputados, dep. Rodrigo Maia, concede entrevista coletiva sobre a crise causada pelo coronavírus.
Rodrigo Maia também defendeu celeridade no pagamento do auxílio emergencial de R$ 600, aprovado pelo Congresso

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), afirmou que líderes estão construindo um acordo para votar ainda nesta semana uma proposta de ajuda aos estados no curto prazo, enquanto durar a pandemia de Covid-19.

O chamado Plano Mansueto, cuja votação estava prevista inicialmente para esta semana, ficaria para um segundo momento, de acordo com Maia.

Ele adiantou que negocia com a equipe econômica um texto enxuto que trate da crise no curto prazo: ICMS para os próximos três meses e linhas de financiamento para o enfrentamento da crise.

“Nossa intenção é que o acordo seja feito nesta semana, até quinta-feira, mas acredito que até amanhã, já temos as condições de apresentar ideias para soluções de curto prazo. As soluções de médio e longo prazo, a gente discute num segundo momento, com o parlamento discutindo de forma presencial para ver se tem mais condições de aprovar”, disse em coletiva no início da tarde desta terça-feira (07).

Auxílio emergencial
Rodrigo Maia defendeu celeridade no pagamento do auxílio emergencial  e criticou o governo por querer centralizar os pagamentos apenas na Caixa Econômica Federal. Para ele,toda rede bancária deveria estar à disposição para que os recursos cheguem mais rapidamente às contas das famílias.

“Esse governo fala muito de ‘menos Brasília, e mais Brasil’, mas é importante a integração desse trabalho com outros instrumentos de pagamentos aos municípios que sempre fizeram sua parte no cadastro único”, disse o presidente.

Mandetta
O presidente da Câmara voltou a elogiar a atuação do ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta. Na avaliação de Maia, o ministro cumpre papel fundamental na vida dos brasileiros. “O ministro merece respeito e admiração”, reiterou.

Fonte: CÂMARA DOS DEPUTADOS

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